Associação Atlética Portuguesa Santista versus Apartheid

FREDERICO MORIARTY (Blog Pipocando La Pelota) - Santos possuía o maior porto do Brasil em 1917. Havia muito comunista por lá também. A greve geral de 1917 começou ali. A cidade era um canteiro de obras e aos poucos o futebol tornava-se popular. Dois times se destacavam: o Hespanha (atual Jabaquara) e o lendário Santos Foot Ball Club. Os imigrantes lusitanos fundariam, em 20 de novembro de 1917, a Associação Atlética Portuguesa.

Amante da vida, a ‘bruxa’ Frida Kahlo, a mais hedonista das artistas mexicanas, pintou a si mesma, a vida e a morte, o sete e a boa mesa

MARCO MERGUIZZO (Blog Aquele Sabor Que Me Emociona) - Dia das Bruxas? Finados? Não, não se engane. Os crânios e as caveiras icônicas que levam os traços inconfundíveis de Frida Kahlo, referência artística à tradição do Dia de Los Muertos, no México, rivalizam em exposição midiática com as abóboras plastificadas e globalizadas do Halloween da cultura saxã, comemorada no mundo todo, nesta quinta-feira, 31/10. Artista transgressora e feminista, ativista política crítica e atuante, além de cozinheira de mão cheia, conheça a trajetória dessa figura marcante do século 20 que viveu à frente de seu tempo.

Amante da vida, a feminista Frida Kahlo, a mais hedonista das artistas mexicanas, pintou a boa mesa, a si mesma e o sete

MARCO MERGUIZZO (Blog Aquele Sabor Que Me Emociona) - Ao lado do olhar desafiador e quase messiânico do guerrilheiro argentino Ernesto Che Guevara (1928-1967), os traços fortes, altivos e ao mesmo tempo doces e lascivos da pintora mexicana Frida Kahlo (1907-1954), imortalizados pela indústria cultural durante as últimas décadas, fizeram dos rostos estilizados dessa icônica dupla latino-americana as personalidades mais retratadas e idolatradas deste período fervilhante. Até mais do que Fidel Castro e Jesus Cristo.

Ordenação de homens casados exprime a misericórdia da Igreja face às comunidades católicas da Amazônia

GERALDO BONADIO - Nada justifica o escândalo de alguns ante a sugestão do papa Francisco, aos bispos reunidos no Sínodo da Amazônia, de se ordenar, como sacerdotes, homens casados, com longa e comprovada experiência como maridos e pais. Além de atender as necessidades religiosas dos ribeirinhos e indígenas que povoam a região, eles seriam inspiração... Continuar Lendo →

A Rede Vespa: ferroadas para refletir

LÚCIA HELENA DE CAMARGO (Blog Todas as Telas) - Baseado em acontecimentos reais, Wasp Network, além de ser uma boa história, pode convidar à reflexão. Até que ponto alguns estão dispostos a ir para defender uma ideologia?

O Centro do seu Deserto

FREDERICO MORIARTY (Blog Pipocando La Pelota) - Todos nós nos deparamos com personalidades semelhantes a um vaso chinês. Abaulados, tomados de detalhes e com uma beleza kitsch. Podem ser sensíveis, aparentemente cultos, mas insossos. Sem utilidade. Nenhuma serventia. São objetos que se bastam. Tão apaixonados por si mesmos, tão ególatras que o encanto inicial de sua aparência se desfaz em meio a tanto tédio e solidão narcísica. John Marcher é assim. Sensível, dado a poesias, sentindo-se especial com "um destino único e trágico" pela frente, ele é um Ulisses sem Ítaca.

Gafanhoto. Carne de cachorro. Peixe cru. Em discussão à mesa, preconceitos, tabus alimentares e a globalização do gosto

MARCO MERGUIZZO (Blog Aquele Sabor Que Me Emociona) - Em seu périplo pela Ásia, o atual Presidente da República, avesso ao consumo de carnes cruas, trocou os tradicionais suhis e sashimis, símbolos globalizados da culinária japonesa, pelo bom e velho macarrão instantâneo. Noves fora predileções pessoais e preconceitos à mesa, tabu alimentar é uma questão cultural séria que exige de todo consumidor, seja ele gourmet ou não, uma reflexão mais profunda. Para não fazer feio à mesa, leia o post completo.

Ressuscitem o rock

FREDERICO MORIARTY (Blog Pipocando La Pelota) - Peguei o Cometa de madrugada e fui pro Rio. Iria me encontrar com uns amigos cariocas que haviam jogado basquete em Sorocaba. Pela primeira vez teríamos um festival de Rock no Brasil. Era janeiro de 1985 e chovia muito. Bandas de qualidade internacional se misturavam a ilustres desconhecidos, cantores da MPB e de bandas do nascente rock nacional.

Acima ↑