Liberdade, liberdade, abra as asas sobre nós e que a voz da igualdade seja sempre a nossa voz

TERCEIRA MARGEM – O Coletivo Terceira Margem defende o respeito às instituições democráticas, liberdades civis e demais direitos fundamentais preconizados e consagrados pela Constituição de 1988, a partir de um sistema justo e legítimo de representação e de exercício de poder que vise à eliminação das desigualdades sociais e desequilíbrios econômicos.

Nos unimos e engrossamos fileiras com a sociedade brasileira, neste momento de extrema gravidade, em defesa das liberdades políticas e de expressão e contra os ataques à normalidade institucional e à nossa jovem democracia.

Ditadura nunca mais! Democracia sempre!

Desperta, Brasil: vamos resistir!

#coletivoterceiramargem #vivaademocracia #democraciasempre #ditaduranuncamais #despertabrasil #vamosresistir

Liberdade, liberdade abre as asas sobre nós

Vem ver, vem reviver comigo amor
O centenário em poesia
Nesta pátria, mãe querida
O império decadente, muito rico, incoerente
Era fidalguia
Surgem os tamborins, vem emoção
A bateria vem no pique da canção
E a nobreza enfeita o luxo do salão
Vem viver o sonho que sonhei
Ao longe faz-se ouvir
Tem verde e branco por aí
Brilhando na Sapucaí
Da guerra nunca mais
Esqueceremos do patrono, o duque imortal
A imigração floriu de cultura o Brasil
A música encanta e o povo canta assim
Pra Isabel, a heroína
Que assinou a lei divina
Negro, dançou, comemorou o fim da sina
Na noite quinze reluzente
Com a bravura, finalmente
O marechal que proclamou
Foi presidente

Liberdade, liberdade!
Abra as asas sobre nós
E que a voz da igualdade
Seja sempre a nossa voz

Samba-enredo da escola Imperatriz Leopoldinense composto por Niltinho Tristeza, Preto Joia, Vicentinho e Jurandir para o Carnaval de 1989, em homenagem aos 100 anos da República no Brasil. O título “Liberdade, liberdade abre as asas sobre nós” é uma citação ao refrão do hino da proclamação da República de autoria de José Joaquim de Campos da Costa de Medeiros e Albuquerque e Leopoldo Miguez. A letra do samba fala sobre a abolição da escravidão no país, mencionando a lei assinada pela princesa Isabel, sancionada em 13 de maio de 1888, que decretou o fim do pesadelo dos negros escravizados e o início de uma nova vida de liberdade, deixando definitivamente para trás a infâmia da escravidão.

“Traidor da Constituição é traidor da Pátria”
(Trecho do discurso de Ulisses Guimarães, então presidente da Assembleia Nacional Constituinte, ao promulgar a Constituição vigente, promulgada em 5/10/1988)

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