Jornada I: William Burroughs

LUIZ PIEROTTI (Blog Máquina do Mundo) – Entre 1348 e 1353, o escritor italiano Giovanni Boccaccio escrevia sua maior obra, o Decameron (do grego “deca hemeron”, ou seja “dez jornadas”), uma coletânea de cem novelas narradas por um grupo de jovens que se abrigavam em uma montanha da Florença, fugindo da peste negra. Suas histórias orbitam o amor, o erótico, o sagaz, o moral e até mesmo o trágico.

O autor toscano e admirador de Dante Alighieri, Giovanni Boccaccio

Baseado na obra do escritor toscano, e com temperos de pandemia moderna, inicio hoje minha própria jornada.

Jornada será um espaço de compartilhamento de narrativas que me ajudarão, e por que não aos senhores leitores também, nesse difícil processo de travessia crítica que vivemos. A cada post me valerei de um autor diferente para expressar um pouco de nossas próprias descobertas, medos, exaltações e confusos durante o isolamento.

William Burroughs

Hoje, o trecho escolhido pertence ao livro “O gato por dentro”, de Williams Burroughs. A obra apresenta todo o processo de convívio do autor com seus gatos, e como essa relação pôs Burroughs em contato consigo mesmo.

Dedico esse pequeno excerto aos amantes de animais, em geral.  

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