Com a palavra: Ernest Hemingway

LUIZ PIEROTTI – Não, não abandonei o barco. Não me abriguei em terra firme, virando as costas a todo o universo que flutua por entre a Terceira Margem.

Volto após um período longo de bloqueios criativos e cotidiano avassalado pelo rolo compressor que, por vezes, a vida se torna. Porém, são nesses momentos que encontramos pérolas sutis de reflexão e seguindo essa cadência, me pus a investigar possíveis maneiras de romper o processo de bloqueio criativo, ao menos no que diz respeito à escrita.

O autor quando jovem.

Como iniciar um novo texto? Qual frase escolher como estopim de uma nova produção? Como sei o momento de parar de escrever e em que momento devo maturar as ideias futuras?

Sim, leitor, não sou apto a conceder todas essas respostas de forma autoral, porém resolvi decifrar esse enigma do vazio pelo ponto de vista de um dos maiores nomes da literatura mundial: Ernest Hemingway. Hoje exploraremos quais as opiniões e dicas do autor norte americano sobre o processo de criação de uma obra escrita.

Portanto, dê o play!

Observação: Infelizmente, gravar sozinho, controlando roteiro, câmera e som por vezes é um trabalho complexo demais, e que nos leva a cometer deslizes. Dessa vez o microfone não cooperou, portanto o som não está 100%. Peço desculpas pelo problema.

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