Gente que não se deixa amar

LUCY ROCHA (Blog Plural) - Quem nunca viu alguém ou se viu num estranho paradoxo: "Por que eu gosto de alguém que me maltrata, mas não vejo graça ou não consigo me abrir para alguém bacana que me trata bem? Imagino que a Psicologia tenha um número sem fim de teorias que expliquem esse fenômeno, mas, como...

A romantização do trabalho infantil

LUCY ROCHA (Blog Plural) - Nas redes sociais circula um vídeo de uma criança de cerca de 8 a 10 anos de idade comprando um relógio, supostamente para presentear seu pai. Assistindo à dinâmica do vídeo, fica claro que a criança, que carregava nas costas uma caixa de engraxate, adentrou a loja e, ao entender o que a ela queria, o comerciante decidiu orientá-la a voltar para fora e começar do zero para que ele pudesse filmar a empreitada.

O melhor ainda está por vir

LUCY ROCHA (Blog Plural) - À medida que os anos avançam, parece cada dia mais difícil se encontrar no espelho. Num movimento inconsciente, passamos a cercear nossa própria liberdade de vestir o que gostamos, de usar expressões moderninhas na fala ou simplesmente gostar de quem nos aquece o coração, tudo porque são "coisas inadequadas para alguém dessa idade".

Não sou mais boazinha

LUCY ROCHA (Blog Plural) - Estive pensando nas vezes em que eu disse não e queria dizer sim. Nas vezes em que disse sim e queria dizer não. Nas vezes em que pedi salada, mas queria pedir lasanha; que pedi gelatina, mas queria pedir petit gateau com bastante sorvete.

Falso normal

LUCY ROCHA (Blog Plural) - Quando o seu “normal” é doente ou abusivo, vive-se numa realidade cheia de opressão e depressão que somente pode ser superada quando você se dá conta de que o normal doente ou abusivo é um FALSO normal.

Não era só um rolinho de canela, era Cinnabon

LUCY ROCHA (Blog Plural) - Ao longo dos anos em que trabalhei para uma empresa na Pensilvânia, viajava pelo mundo e, por um bom tempo, o lugar mais familiar para mim eram os aeroportos. Desses anos, ficaram recordações indeléveis que, na minha memória, estão marcadas pelo cheiro inconfundível dos Cinnabon rolls que tomava conta dos aeroportos americanos, dos quais eu decolava rumo ao mundão e nos quais aterrissava nas minhas voltas à casa.

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