Surreal à francesa

LÚCIA HELENA DE CAMARGO - As viagens no tempo atiçam a imaginação. Quem nunca fantasiou sobre como teria sido viver em uma época no passado ou teve vontade de avançar ao futuro, para espiar como as pessoas vão viver daqui a alguns anos, séculos, milênios? A série francesa “Era uma Segunda Vez” (Netflix) mistura essa... Continuar Lendo →

Lila

JOSÉ CARLOS FINEIS (Blog Conversa de Armazém) - Desde que os animais começaram a aparecer, ele se perguntava: “Será que ela virá?” Não a censuraria se não viesse, porque ele fora realmente cruel com Lila, a vira-lata de pelos dourados. Mostrara-se indigno de seu amor da pior maneira possível. Não porque quisesse, mas porque não havia mais jeito de ficar com ela.

Seja feliz, nosso filho.

PAULO BETTI (Blog do Paulo Cabra) - Decidi que iria apresentar todas exibições do filme ao público. E assim foram 55 sessões. No Rio, Belém, Santos, Sorocaba, Brasília, São Paulo, e, ainda a fazer, Teresina (o cinema mais lindo, 60 caixas de som), Floriano e Picos. Em todas elas, pedi carinho e compreensão pro nosso trabalho. Como se o tivesse ido buscar na maternidade e agora o fosse mostrar no lugar onde foi gestado. Um lançamento no varejo afetivo. Um orgânico num momento tóxico.

Uma mulher e o mar

LÚCIA HELENA DE CAMARGO - “Affair”, com quatro temporadas disponíveis na Netflix, é daquelas séries que você começa a assistir quando está procurando algo leve, para espairecer depois de um dia de trabalho estressante ou uma semana cheia de más notícias para o País, daquelas nas quais o presidente compra briga com outros países, fala... Continuar Lendo →

Larissa e Joana (conto). Parte 2 (final): O amor verdadeiro vai encontrar você

JOSÉ CARLOS FINEIS (Conversa de Armazém) - Nos dias seguintes ao primeiro encontro (creio que foi numa quarta ou quinta-feira), Larissa e Joana pensaram muito no trato que haviam feito. A bem da verdade, refletiram sobre o assunto de maneira quase obsessiva, talvez porque as intrigasse uma ideia que ocorreu a ambas – a de que pudessem ter sido levadas por algum motivo desconhecido por elas mesmas, alguma intenção não consciente que não fosse apenas a de reunir-se para conversar.

Larissa e Joana (conto). Parte 1: Alguém para conversar e nada além disso

JOSÉ CARLOS FINEIS - "Eu li recentemente sobre uma terapeuta americana que cobra uma fortuna para dar abraços demorados em seus pacientes. E no Japão – se bem que o Japão é outra cultura, quase que um outro planeta –, tem uma empresa que aluga amigos e parentes para pessoas solitárias, para acompanhá-las em festas ou mesmo para conviver com elas em casa. (...) Isso sem falar nos homens que compram mulheres de silicone para ver TV de mãos dadas no sofá e depois fazer sexo com elas." (Blog Conversa de Armazém)

Uma receita de infelicidade (conto)

JOSÉ CARLOS FINEIS – "Ahá! Aí está o problema -- exultou o guru. -- Seu marido é triste porque você não ri das piadas dele. Se você não rir, outra certamente rirá, e ele irá com a outra. Um lar sem dinheiro, sem romantismo e sem risos é como um torrão de açúcar numa chuva de verão: logo se desfaz."

A taça de sorvete

JOSÉ CARLOS FINEIS - Não me sinto culpado por ter sido uma criança difícil, por um motivo muito simples: não existe criança fácil. O que existe é criança mais ou menos difícil. Também não perco tempo pensando em que categoria – se mais ou menos difícil – eu poderia ter sido classificado. Acredito (e obviamente... Continuar Lendo →

Tema: Baskerville 2 por Anders Noren

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