Justiça para todos ou Sentimento de Vendetta? – Parte II: Essa Juventude é assim mesmo!

Everson Pires (Blog Café Envenenado) - Quem nunca foi em uma Festa de cidade do interior, seja do Peão, da Uva, do Bordado, Festa do Doce ,e , de repente, começa uma briga generalizada que ninguém sabe de onde veio e pra onde vai? Aliás, sabemos que, os "playboys" e "paladinos do bem, da moral e dos bons costumes", saem por cima. Já a "cambada", os "favela", a "corja", que nem sempre são detentores desses adjetivos, vão é se dar mal!

Muito além de Hiroxima e Nagasaki: as Olimpíadas de Tóquio em 1964

FREDERICO MORIARTY - Na ensolarada tarde de 2 de setembro de 1964, a tocha olímpica chega ao arquipélago de Okinawa, no Japão. Era o primeiro ato das Olimpíadas da Bondade. As escolhas olímpicas foram simbólicas. Okinawa foi palco de batalhas cruentas da Segunda Guerra. A data, 2 de setembro, foi a do armistício japonês com... Continuar Lendo →

Queimem Borba Gato, Anhanguera e asseclas

FREDERICO MORIARTY - "A história é um velho museu abandonado, todavia vivo e pulsante. As janelas estão quebradas e há frestas por todos os cantos, vítimas da passagem inexorável dos dias e estações. Então, vez ou outra, o vento — gélido ou cálido —, as chuvas — torrenciais ou intermitentes —, penetram nos aposentos e... Continuar Lendo →

Nenhuma glória para Jesse Owens

FREDERICO MORIARTY - No ano em que Hitler chegava ao poder ele venceu 75 das 79 provas que disputou. Ganhou uma bolsa na Universidade de Ohio. Dois anos depois, numa ensolarada manhã de verão, o rapaz negro que era obrigado a trabalhar de engraxate para poder continuar estudante, realizou o maior feito da história do... Continuar Lendo →

As mil peles da serpente

 FREDERICO MORIARTY - Corria o frio inverno de 1920 na Alemanha. A miséria estava em todas as cidades e cantos do país. Os trabalhadores que tentavam reconstruir a nação carregavam sacos de dinheiro recebidos como salário, entretanto tais sacos mal permitiam que se comprasse pão e manteiga. Hitler começa a fazer discursos cada vez mais... Continuar Lendo →

Os muitos tons do branco

LÚCIA HELENA DE CAMARGO (Blog Todas as Telas) O mal sem culpa, como parte do cotidiano. Esse é o personagem principal do filme “A Fita Branca” (Título original: Das weiße Band - Eine deutsche Kindergeschichte; produção: Alemanha / Áustria). Lançado em 2009, seu enredo traz certo estado de coisas que pode ser comparado a diversos... Continuar Lendo →

Escuta Zé Ninguém e a função do orgasmo

FREDERICO MORIARTY (Blog Pipocando la Pelota) - Você é um "Zé Ninguém", um "homem comum". Reflita sobre o duplo sentido dos termos “pequeno” e “comum”. Não fuja! Tenha a coragem de olhar para si mesmo! “Que direito você tem de me passares sermão?”, é a pergunta que vejo nos seus olhos assustados. É a pergunta que ouço na sua língua insolente, zé-ninguém.

As muitas faces do Poderoso Chefão

FREDERICO MORIARTY )Blog Pipocando La Pelota)- Conheci Mario Puzo aos meus 12 anos. Era uma coleção de banca da Abril "Grandes Sucessos". Um livro a cada 15 dias. Meu pai, filho de um italiano nascido em Sernaglia de la Bataglia e emigrado para o Brasil em fins do século XIX, desafiou-me: "Se garantir que vai ler 1 livro a cada 15 dias, eu compro". A saga de Vito...

Distopias, o lado cético das pandemias

FREDERICO MORIARTY - Thomas Morus publicou o livro "A Utopia" em 1516, sua última obra. O antigo conselheiro de Henrique VIII caiu em desgraça após a defesa do casamento do rei inglês e contra a anulação. Henrique VIII, como todo bom monarca, mandou matar o filósofo, conseguiu a anulação do primeiro casamento e de quebra... Continuar Lendo →

A ignorância como fermento para a banalidade do mal

MARCELLO FONTES (Blog Em toda e em nenhuma parte) - O mal não estaria ligado à liberdade, mas à não liberdade. Aquele que perpetra o mal não é um “monstro” ou um ser necessariamente perverso ou cheio de motivações aterrorizantes, mas acima de tudo um Homem comum. Uma assustadora normalidade cerca o mal, que para Arendt evidencia-se principalmente no aspecto político e histórico, sem que se tenha qualquer evidência de que foi cometido por crueldade absoluta, mas principalmente por omissão e ignorância. O perpetrador do mal, para Arendt, nada tem a ver com o vilão tradicional ao qual muitas vezes nos acostumamos.

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