Sobrevivendo em meio à pandemia: o Decameron de Boccaccio

FREDERICO MORIARTY (Blog Pipocando La Pelota) - Como sobreviver a uma pandemia? Como resistir física e psicologicamente a uma quarentena? No final do século XIV, o século da crise medieval, o professor e escritor italiano Giovanni Boccaccio nos ofereceu uma alternativa: retiro artístico, amizade e estórias. Decameron é um conjunto de 100 estórias e contos escritos, entre 1348 e 1353 - tempos da peste bubônica na Europa. Boccaccio dá voz aos jovens num antídoto contra o tédio do isolamento e o desespero perante à praga impiedosa.

Escândalo matutino

LÚCIA HELENA DE CAMARGO (Blog Todas as Telas) - Notícias sobre coronavírus você vê lá fora. Aqui vamos falar de uma série interessante disponível aos assinantes do serviço de streaming Apple TV: “The Morning Show”. Dessas para ver, caso você esteja à toa no confinamento involuntário, de uma tacada só, todos os dez episódios.

Reprodução, arte e transformação

MARCELLO FONTES (Blog Em toda e em nenhuma parte) - A um clique, tudo se apresenta e pode ser fruído. Reproduz-se quase tudo de modos múltiplos e cada vez mais ágeis. Copiamos, modificamos e a partir daí produzimos novos conteúdos com os mais diversos formatos. Quais as consequências disso para a arte? O que acontece com ela quando é reproduzível de modo quase infinito?Para Walter Benjamin, este processo causa na obra de arte a perda de sua "aura", que consistiria naquele "aqui e agora" próprios daquilo que seria a obra de arte original, e que daria valor cultural, autenticidade e unicidade a ela. Com a possibilidade da reprodução, todo o conceito estético clássico de beleza e as categorias daí deduzidas sofrem mudanças profundas e definitivas. A própria noção de autenticidade passa a não ter mais sentido diante da reprodutibilidade.

Vídeo: No caminho com Miguel Torga

PAULO BETTI (Blog do Paulo Cabra) - Antes de vir para Portugal para uma turnê de três meses com minha peça “Autobiografia Autorizada”, resolvi me atracar com autores portugueses: Valter Hugo Mãe, Lobo Antunes, Ricardo Araujo Pereira, Isabela Figueiredo e o pungente “Luanda, Lisboa, Paraíso” de Djaimilia Pereira de Almeida...

Quem tem a força?

RUBENS NOGUEIRA (Blog Antes Que Me Esqueça) - Tivemos, ao anoitecer do penúltimo dia deste janeiro surpreendente de tragédias urbanas, verdadeiras demonstrações dos elementos em fúria, como se a natureza quisesse que os apedeutas palacianos de Brasília entendam quem tem a força! Durante algumas horas a chuva e os ventos que tanto têm castigado o Rio, Belo Horizonte, Espírito Santo e tantas outras.., (Continue lendo)

Novo blog do Terceira Margem busca democratização da filosofia, para além das salas de aula e dos muros acadêmicos

TERCEIRA MARGEM - O professor de Filosofia Marcello Fontes é o mais novo integrante do Coletivo de Blogueiros Independentes Terceira Margem. Ele, que já havia publicado o artigo “Democracia, multiculturalismo e reconhecimento” no dia 10 de janeiro, na condição de blogueiro convidado, estreia agora com um blog fixo, intitulado “Em toda e em nenhuma parte”,... Continuar Lendo →

Adeus, Sorocaba

PAULO BETTI (Blog do Paulo Cabra) - Amigos, compartilho com vocês algumas mensagens trocadas no grupo de WhatsApp "Blogueiros Independentes", que reúne os integrantes do coletivo Terceira Margem.

Democracia, multiculturalismo e reconhecimento

MARCELLO FONTES (Blogueiro Convidado) - Cada indivíduo ou grupo deve ter sua identidade reconhecida, pois como dizia o filósofo canadense Charles Taylor “o reconhecimento errôneo não se limita a faltar ao devido respeito, podendo ainda infligir uma terrível ferida, aprisionando suas vítimas num paralisado ódio por si mesmas. O devido reconhecimento não é uma mera cortesia que devemos conceder às pessoas. É uma necessidade humana vital”.

Tema: Baskerville 2 por Anders Noren

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