Rio Sorocaba torna-se cenário do filme “Benzedeiras do Brasil”, lançado em julho/21, durante o Festival da Paz de Augsburg, na Alemanha

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - Paisagens do rio Sorocaba foram usadas como cenário para o documentário "Benzedeiras do Brasil" (Loja de Ideias, 2021). O filme, lançado na Alemanha, em 23/7, constou no catálogo do Festival da Paz de Augsburg, festividade que acontece desde 1650, entre os meses de julho e agosto, durante o verão europeu.

Presença de colhereiro é indicativo de boa qualidade do meio ambiente*

SANDRA NASCIMENTO (Rio Sorocaba conta Histórias/ *Da série Fauna do Sorocaba) - Uma das características mais marcantes dos colhereiros são os tons de rosa em suas penas. A presença dessas aves é um bom indicativo da qualidade do meio ambiente. Por serem sensíveis, não resistem à poluição e à contaminação dos lugares, principalmente das águas.

Dócil e interativo, o joão-de-barro também se chama amassa-barro*

SANDRA NASCIMENTO (Rio Sorocaba Conta Histórias/ * Da série Fauna do Sorocaba) - O joão-de-barro pode ser observado em campos, pastagens, jardins e em toda região de Sorocaba. Costuma ser visto pelo chão revirando folhas ou ciscando insetos em gramas, sobre pedras e em troncos caídos. Alimenta-se de formigas, minhocas, moluscos e até de farelo de pão que as pessoas deixam pelo caminho.

Saracura-do-brejo: ela é discreta e se esconde no silêncio. Seu canto anuncia chuvas*

SANDRA NASCIMENTO (Rio Sorocaba Conta Histórias/ Da série Fauna do Sorocaba) - A saracura-do-brejo gosta de viver nas áreas alagadas e de vegetação densa. As cores na plumagem ajudam a camuflá-la nas matas, onde é mais fácil ouvi-la do que vê-la. Em todas as terças e sextas, neste blog, informações sobre os bichos do rio Sorocaba.

Pequeno e de cauda longa, o elegante calango gosta de se camuflar*

SANDRA NASCIMENTO (Rio Sorocaba Conta Histórias) - Calango é o nome dado ao pequeno lagarto que vive em árvores, pedras e rochas. De corpo cilíndrico e cauda forte e longa, gosta de se camuflar em madeiras, concretos, costas rochosas e fendas para caçar ou tomar sol. Histórias de bichos e aves do rio Sorocaba serão publicadas todas as terças e sextas-feiras.

Projeto de documentário sobre o rio Sorocaba recebe apoio da Associação Mulheres pela Paz – Frauen für e V. Augsburg

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - “Sorocaba, o rio que reviveu”, o projeto de produção de um documentário sobre o rio Sorocaba, que tem neste blog o seu porta-voz, recebeu recentemente o importante apoio da Associação Mulheres pela Paz - Frauen für e V. Augsburg, por meio de sua coordenadora e embaixadora da paz na Alemanha (pelo Círculo Universal dos Embaixadores da Paz Suíça/França), Alexandra Magalhães Zeiner.

Aos olhos perplexos do mundo um Verde Brasil vai se tornando cinza

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba conta Histórias) - No Brasil, diferente do lendário bem-te-vi que vendo o incêndio na floresta tentou, confiante, apagar o fogo levando água no bico, o cidadão comum se sente um tanto impotente diante das tomadas de decisões do governo federal, que, conivente com os incêndios, investe nas ações comprometidas com os setores mais atrasados do agronegócio.

Os povos indígenas do Brasil seguem resistindo contra madeireiros, garimpeiros, fazendeiros e a covid-19, enquanto aguardam ajuda da pátria mãe gentil

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - Os índios brasileiros enfrentam atualmente, além de todos os retrocessos da política ambiental que está sendo imposta ao país e ao mundo, as consequências da covid-19, doença que nos últimos quatro meses dizimou centenas de nativos. Em 27 de julho, estavam confirmados 18.854 casos e 581 mortes. Em 30 de julho, já eram 20.809 casos e 599 mortes.

Dia Mundial do Meio Ambiente impõe reflexões sobre nossa relação com o planeta

SANDRA NASCIMENTO (do blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - Devido à pandemia de Covid-19, neste ano de 2020, a semana que antecedeu o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, aconteceu sem muitos motivos para comemorações. O gráfico acima mostra que a curva do novo coronavírus no Brasil vem crescendo desde o primeiro caso divulgado, enquanto outros países se mantêm estabilizados. A ilustração foi desenvolvida pelos alunos da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto a partir de pesquisas. Os estudos concluíram que o país é o único no mundo a manter o crescimento do número de casos e mortes depois de 50 dias de pandemia.

Apaixonada por ciências naturais, a jovem Leopoldina trouxe de além-mar uma expedição que deslumbrou o mundo com a flora e a fauna do Brasil

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba conta Histórias) - Há mais de 200 anos, em 15/8/1817, partiram de Livorno, Itália, para o Brasil as naus portuguesas Dom João VI e São Sebastião. A bordo estava toda a comitiva de Carolina Josefa Leopoldina Francisca Fernanda de Habsburgo-Lorena (1797-1826), arquiduquesa da Áustria que, após 86 dias de travessia pelo Atlântico, chegaria ao Brasil em 5//11/1817, para se casar com o então príncipe Dom Pedro (1798-1834). Com Leopoldina também vieram os cientistas bávaros Johann Baptist von Spix (zoólogo) e Carl Friedrich Phillip Von Martius (médico e botânico), nomes estes bem conhecidos das Ciências Naturais do século 19.

Árvore caída na beira do rio lembra Meio Ambiente esquecido

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba conta histórias) - Na margem esquerda do rio Sorocaba, próximo à ponte da rua Padre Madureira, há uma árvore caída. Trata-se de um angico amarelo, conhecido também como cambuí, farinha seca, faveira, guarucaia, ibirá-puitá, sobrasil, tamboril-bravo. É uma espécie originária da América do Sul. No Brasil, ocorre desde o estado da Bahia até o Rio Grande do Sul. Sua copa costuma ser arredondada e encorpada. Em pé, chega a medir 25 metros. Segundo os cientistas, suas raízes são grandes e as sementes surgem encapsuladas em vagens. Sua florada normalmente acontece no verão, sendo que a primeira leva de 3 a 5 anos após o plantio. Costuma produzir muitas flores amarelas e a primeira florada pode durar até 60 dias. Infelizmente, a árvore da foto parece estar condenada.

Instabilidade ambiental põe em risco gerações futuras

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - As queimadas na Amazônia trouxeram à tona antigas discussões sobre o meio ambiente. Em 2003, quando nossa equipe de vídeo trabalhava na produção do documentário “Sorocaba, o rio de nossas vidas” (Loja de Ideias, 2005, 34 minutos), Paulo Celso da Silva, professor de Geografia Humana e historiador, já explicava em entrevista que o critério ambiental dos dias atuais deve ser diferente do momento em que valorizar a industrialização e a urbanização eram mais importantes do que conservar a natureza.

No céu do Brasil, a enorme nuvem de fumaça proveniente da Floresta Amazônica retrata o fogo, a dor e a insensatez

SANDRA NASCIMENTO (Rio Sorocaba Conta Histórias) - Como milhares de brasileiros puderam testemunhar com seus próprios olhos, na segunda-feira, 19 de agosto, uma cortina de fumaça cobriu várias cidades do Estado de São Paulo, incluindo a capital, assim como áreas dos estados do Mato Grosso e Paraná. A enorme nuvem pôde ser vista do espaço e foi registrada pela Nasa por imagens de satélite. Por trás da extensa mancha, constatava-se a dramática realidade de se ter grande parte de uma floresta em chamas. Nada mais, nada menos do que significativos trechos da Floresta Amazônica.

Aves incríveis, cantadas em verso e prosa, habitam o rio Sorocaba

SANDRA NASCIMENTO - Algumas aves, bem diferenciadas por suas cores e tamanhos, estão sendo vistas frequentemente nas proximidades do rio. Para esta edição, apresentaremos cinco delas fotografadas às margens do Sorocaba na cidade de Boituva, pela fotógrafa Dag Astro. Foram escolhidas por inspirarem lendas, músicas, poesias e por fazerem parte do imaginário popular. (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias)

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: