Pouca água no curso do rio já revela as consequências das reduções de vazão ocorridas em Itupararanga

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - Sem precisar andar muito, quem percorre apenas um pequeno trecho do passeio às margens do Sorocaba já pode perceber um fino curso d’água seguindo lentamente. Neste período de seca, já considerada a maior da história, as sete reduções de vazão que ocorreram nos últimos meses na represa de Itupararanga demonstram claramente que o reservatório (sinalizando um índice de menos de 817,45 metros sobre o nível do mar) já atingiu o seu volume morto. Abaixo deste índice a água é considerada imprópria para o consumo.

Conferência do Clima (COP26) em Glasgow/Escócia adia soluções que podem deter o aquecimento global

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - Planejada pela Organização das Nações Unidas (ONU), chegou ao fim a Conferência do Clima em Glasgow/Escócia, no último sábado (13). Infelizmente, depois de 14 dias de discussões, os acordos ainda são insuficientes para o enfrentamento aos problemas de emergência climática. Assuntos fundamentais ficaram para depois ...

“Filmambiente/2021” reuniu 43 produções para promover o conhecimento e debates sobre questões ambientais

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - Anualmente, acontece no Brasil um festival internacional de filmes que apresenta as melhores e mais recentes produções sobre importantes questões ambientais de todo o mundo. Intitulado "Filmambiente", o festival foi criado em 2010 com o propósito de promover filmes e animações que possam ampliar o conhecimento ambiental, bem como provocar o debate sobre mudanças que precisam acontecer no comportamento de governos, empresas e sociedades.

Crise hídrica no rio Sorocaba e Itupararanga é resultado de desmatamentos, queimadas e uso indevido de água e terra

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba conta histórias/ Entrevista com o professor André Cordeiro) - As poucas chuvas da última temporada (setembro e outubro) confirmaram a crise hídrica prevista para este ano. Com os desmatamentos, queimadas e o uso indevido de bens comuns, como água e terra, a triste realidade se estendeu por todo país e chegou ao rio Sorocaba. Tal consequência pode ser confirmada pelos baixos níveis da represa de Itupararanga, já muito próximos do volume morto.

Crise hídrica chega a Itupararanga e represa apresenta níveis de água próximos do volume morto  

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - Com a escassez de chuvas, a represa de Itupararanga chega em outubro apontando os menores níveis de recursos hídricos e um alerta ecoa: pode faltar água! Se não chover, o volume existente poderá não ser o suficiente para as cidades abastecidas pelo rio Sorocaba, nem até o fim do ano.  

Rio Sorocaba torna-se cenário do filme “Benzedeiras do Brasil”, lançado em julho/21, durante o Festival da Paz de Augsburg, na Alemanha

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - Paisagens do rio Sorocaba foram usadas como cenário para o documentário "Benzedeiras do Brasil" (Loja de Ideias, 2021). O filme, lançado na Alemanha, em 23/7, constou no catálogo do Festival da Paz de Augsburg, festividade que acontece desde 1650, entre os meses de julho e agosto, durante o verão europeu.

Dia Mundial do Meio Ambiente traz à reflexão antigas questões sobre a boa e velha Terra

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - No Brasil, o mês de junho chegou sem razões para comemorar o Dia Mundial do Meio Ambiente. Um dos motivos foi o recorde em desmatamento no mês de maio, com mais de 1.180 km² de floresta devastada na Amazônia Legal, conforme anotou o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Carta a uma amiga

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - Símbolo de uma época e singular representante do rádio sorocabano, a radialista Zilá Gonzaga faleceu em Sorocaba, no dia 13 de maio deste ano. A ela, por tudo o que representou para a cultura da cidade e, particularmente, por ter integrado nossa equipe no ano de 2007, quando aceitou fazer a narração do documentário “Circo-Teatro, Alegria do Povo” (2008), queremos expressar todo o nosso respeito e a nossa gratidão. Zilá Gonzaga (1934-2021)

Presença de colhereiro é indicativo de boa qualidade do meio ambiente*

SANDRA NASCIMENTO (Rio Sorocaba conta Histórias/ *Da série Fauna do Sorocaba) - Uma das características mais marcantes dos colhereiros são os tons de rosa em suas penas. A presença dessas aves é um bom indicativo da qualidade do meio ambiente. Por serem sensíveis, não resistem à poluição e à contaminação dos lugares, principalmente das águas.

Dócil e interativo, o joão-de-barro também se chama amassa-barro*

SANDRA NASCIMENTO (Rio Sorocaba Conta Histórias/ * Da série Fauna do Sorocaba) - O joão-de-barro pode ser observado em campos, pastagens, jardins e em toda região de Sorocaba. Costuma ser visto pelo chão revirando folhas ou ciscando insetos em gramas, sobre pedras e em troncos caídos. Alimenta-se de formigas, minhocas, moluscos e até de farelo de pão que as pessoas deixam pelo caminho.

Saracura-do-brejo: ela é discreta e se esconde no silêncio. Seu canto anuncia chuvas*

SANDRA NASCIMENTO (Rio Sorocaba Conta Histórias/ Da série Fauna do Sorocaba) - A saracura-do-brejo gosta de viver nas áreas alagadas e de vegetação densa. As cores na plumagem ajudam a camuflá-la nas matas, onde é mais fácil ouvi-la do que vê-la. Em todas as terças e sextas, neste blog, informações sobre os bichos do rio Sorocaba.

Pequeno e de cauda longa, o elegante calango gosta de se camuflar*

SANDRA NASCIMENTO (Rio Sorocaba Conta Histórias) - Calango é o nome dado ao pequeno lagarto que vive em árvores, pedras e rochas. De corpo cilíndrico e cauda forte e longa, gosta de se camuflar em madeiras, concretos, costas rochosas e fendas para caçar ou tomar sol. Histórias de bichos e aves do rio Sorocaba serão publicadas todas as terças e sextas-feiras.

Ong internacional oferece apoio cultural à produção de documentário sobre o rio Sorocaba

SANDRA NASCIMENTO (Rio Sorocaba conta Histórias) - A equipe da Loja de Ideias, que desenvolve um videodocumentário sobre o rio Sorocaba, recebeu, no último dia 20 de dezembro, a visita de Alexandra Magalhães Zeiner, presidente da Associação Mulheres pela Paz - Frauen für Frieden e. V. Augsburg. O motivo da visita foi a confirmação de um apoio cultural dessa ong à produção do documentário.

Projeto de documentário sobre o rio Sorocaba recebe apoio da Associação Mulheres pela Paz – Frauen für e V. Augsburg

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - “Sorocaba, o rio que reviveu”, o projeto de produção de um documentário sobre o rio Sorocaba, que tem neste blog o seu porta-voz, recebeu recentemente o importante apoio da Associação Mulheres pela Paz - Frauen für e V. Augsburg, por meio de sua coordenadora e embaixadora da paz na Alemanha (pelo Círculo Universal dos Embaixadores da Paz Suíça/França), Alexandra Magalhães Zeiner.

Aos olhos perplexos do mundo um Verde Brasil vai se tornando cinza

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba conta Histórias) - No Brasil, diferente do lendário bem-te-vi que vendo o incêndio na floresta tentou, confiante, apagar o fogo levando água no bico, o cidadão comum se sente um tanto impotente diante das tomadas de decisões do governo federal, que, conivente com os incêndios, investe nas ações comprometidas com os setores mais atrasados do agronegócio.

Os povos indígenas do Brasil seguem resistindo contra madeireiros, garimpeiros, fazendeiros e a covid-19, enquanto aguardam ajuda da pátria mãe gentil

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - Os índios brasileiros enfrentam atualmente, além de todos os retrocessos da política ambiental que está sendo imposta ao país e ao mundo, as consequências da covid-19, doença que nos últimos quatro meses dizimou centenas de nativos. Em 27 de julho, estavam confirmados 18.854 casos e 581 mortes. Em 30 de julho, já eram 20.809 casos e 599 mortes.

Dia Mundial do Meio Ambiente impõe reflexões sobre nossa relação com o planeta

SANDRA NASCIMENTO (do blog Rio Sorocaba Conta Histórias) - Devido à pandemia de Covid-19, neste ano de 2020, a semana que antecedeu o Dia Mundial do Meio Ambiente, em 5 de junho, aconteceu sem muitos motivos para comemorações. O gráfico acima mostra que a curva do novo coronavírus no Brasil vem crescendo desde o primeiro caso divulgado, enquanto outros países se mantêm estabilizados. A ilustração foi desenvolvida pelos alunos da Faculdade de Medicina da USP de Ribeirão Preto a partir de pesquisas. Os estudos concluíram que o país é o único no mundo a manter o crescimento do número de casos e mortes depois de 50 dias de pandemia.

Apaixonada por ciências naturais, a jovem Leopoldina trouxe de além-mar uma expedição que deslumbrou o mundo com a flora e a fauna do Brasil

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba conta Histórias) - Há mais de 200 anos, em 15/8/1817, partiram de Livorno, Itália, para o Brasil as naus portuguesas Dom João VI e São Sebastião. A bordo estava toda a comitiva de Carolina Josefa Leopoldina Francisca Fernanda de Habsburgo-Lorena (1797-1826), arquiduquesa da Áustria que, após 86 dias de travessia pelo Atlântico, chegaria ao Brasil em 5//11/1817, para se casar com o então príncipe Dom Pedro (1798-1834). Com Leopoldina também vieram os cientistas bávaros Johann Baptist von Spix (zoólogo) e Carl Friedrich Phillip Von Martius (médico e botânico), nomes estes bem conhecidos das Ciências Naturais do século 19.

Árvore caída na beira do rio lembra Meio Ambiente esquecido

SANDRA NASCIMENTO (Blog Rio Sorocaba conta histórias) - Na margem esquerda do rio Sorocaba, próximo à ponte da rua Padre Madureira, há uma árvore caída. Trata-se de um angico amarelo, conhecido também como cambuí, farinha seca, faveira, guarucaia, ibirá-puitá, sobrasil, tamboril-bravo. É uma espécie originária da América do Sul. No Brasil, ocorre desde o estado da Bahia até o Rio Grande do Sul. Sua copa costuma ser arredondada e encorpada. Em pé, chega a medir 25 metros. Segundo os cientistas, suas raízes são grandes e as sementes surgem encapsuladas em vagens. Sua florada normalmente acontece no verão, sendo que a primeira leva de 3 a 5 anos após o plantio. Costuma produzir muitas flores amarelas e a primeira florada pode durar até 60 dias. Infelizmente, a árvore da foto parece estar condenada.

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