Jazz e vinho: uma dupla super afinada que dá samba

MARCO MERGUIZZO - Confesso. Tenho algumas grandes paixões na vida que fazem meu coração bater mais forte: a literatura, o cinema, o jazz e o vinho - não necessariamente nessa ordem. Cada uma delas é capaz de tocar fundo a minha alma, aflorar minha sensibilidade, tirando-me, mesmo que por alguns poucos instantes, das batalhas cotidianas... Continuar Lendo →

Prefere o ódio quem se alimenta dele

VANESSA MARCONATO NEGRÃO (TEXTO) E PEDRO NEGRÃO (FOTO) - De tempos em tempos conceitos caem, substituídos ou obsoletos, mas desumanizar não é tolerado, aliás, não devia ser. Em que pedaço do caminho passamos a ignorar a bússola do bom senso? Como viemos parar aqui? Com tantas possibilidades, chegamos ao consenso de optar pelo mais vil... Continuar Lendo →

País Zelig

FREDERICO MORIARTY - Woody Allen inventou Zelig em 1983. Talvez o mais genial dos seus filmes. Usando técnicas (hoje pré-históricas) de chroma key (fundo verde), ele botou seu personagem quase real nos anos 1920/30. Na foto, vemos Zelig em reunião com Al Capone. Zelig é um cidadão médio inexpressivo. Porém tem um dom/doença: transmuta-se instantaneamente em... Continuar Lendo →

Crítica: artEfeito

JOSÉ SIMÕES - A proposta cênica do ArteEfeito é a de colocar o espectador como o sujeito da experiência. No espetáculo somos colocados diante de um espetáculo híbrido que mistura elementos do teatro, da performance, do site specific  e do ativismo. Nosso desafio é precisamente considerar os elementos da teatralidade presentes. A palavra teatralidade foi... Continuar Lendo →

Minha coragem é sinônimo de fé

RITA BRAGATTO - Era pra ser outra simples visita a uma igreja famosa, dentre tantas que já fiz na vida. Chovia em Pádova, na Itália, e quase não havia lugar para estacionar perto da Basílica de Santo Antonio. O movimento era grande. Pudera: domingo. Dia de missa. Mas acabei encontrando uma vaga bem ao lado... Continuar Lendo →

Nobre amor vira-lata

NILSON RIBEIRO - Oggi apareceu do nada aqui em casa. Um filhotinho muito simpático, vira-lata, que chamamos inicalmente de Doddy porque ainda não entendíamos direito o nome que nosso pequeno Arthur, com então dois anos, havia escolhido. Parecia Doddy, mas podia ser Toddy ou até George... Mas é Oggi. Teoricamente ele pertenceria aos tios de... Continuar Lendo →

Eterna. NotreDame em Chamas

FREDERICO MORIARTY - Entrei pela imensa porta e vi centenas de velas daquelas antigas, bem grossas, acesas, com chamas desconexas. Veio um imenso salão escuro, quase imperceptível à visão. Havia uma profusão de claro e escuro que me conduzia ao interior. Aos poucos, a tênue luz das velas permitia que observasse as cadeiras centenárias, as... Continuar Lendo →

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