Ler o “Pequeno Príncipe” não basta para ser gestor ou dirigente cultural

JOSÉ SIMÕES (Blog do Simões) - Uma anedota, no final dos anos 80, se repetia pelos corredores das recém criadas Secretarias da Cultura nos municípios. Para ser Secretário da Cultura bastava que o sujeito tivesse lido o "Pequeno Príncipe". Dito de outra forma, para os políticos daquela época qualquer um poderia ser Secretario ou Dirigente da Cultura no município, desde que tivesse um "pouco de sensibilidade".

O vale dos vilões

CARLOS ARAÚJO (Blog Outro Olhar) - Os vilões são capazes de negar o sol em pleno verão de quarenta graus à sombra. Os vilões têm o prazer de negar a própria negação quando desdizem no minuto seguinte o que acabam de afirmar agora. Os vilões ignoram a história, os documentos, as provas, as certificações de conhecimento acumulado em séculos e gerações.

Janete Clair: a rainha das telenovelas brasileiras

FREDERICO MORIARTY (Blog Pipocando La Pelota) - Jenete Emmer nasceu em 1925 nas Minas Gerais. Para ajudar a família, aos 14 anos fazia bico de locutora de rádio. Depois trabalhou em farmácia e de datilógrafa. Voltou para as rádios. Aos 25 anos casou-se com o escritor Dias Gomes. Por ser comunista, Gomes foi perseguido e o casal mudou-se para o Rio no início dos anos 60.

Quando o filme salta da tela

GERALDO BONADIO (Blog do Bonadio) - Pouca gente sabe que o comendador Pereira Inácio, futuro proprietário da Fábrica Votorantim – que deu origem a um dos maiores grupos empresariais do país – construiu sua fortuna em Boituva, à frente de um grande armazém, cuja localização estratégica lhe permitia habilitar-se como fornecedor de diferentes gêneros às cidades que, com a expansão ferroviária, iam brotando ao longo dos trilhos da Sorocabana e da Noroeste.

Fora da Margem, Ano 2, Edição 47

FORA DA MARGEM - A prisão de Fabricio Queiroz e o "anjo" Fred Wassef. As rachadinhas e os laranjas. O projeto de privatização da água e o mais importante: a pandemia que diariamente tem ceifado a vida de milhares de brasileiros. Estes e outros assuntos são objeto de inúmeras charges, memes, frases e vídeos que viralizaram durante a semana nas redes sociais, e que você confere agora em mais esta edição inédita do Fora da Margem.

O teatro e os artistas da Região Metropolitana de Sorocaba estão na UTI

JOSÉ SIMÕES (Blog do Simões) - Após mais de 100 dias de interrupção de todas as atividades artísticas na Região Metropolitana de Sorocaba,  os artistas da região se encontram em estado terminal, metaforicamente, na UTI. Alguns grupos inclusive já desapareceram. Os responsáveis que deveriam atuar, na linha de frente durante a pandemia, tal qual os médicos e enfermeiros, na defesa dos artistas da Região Metropolitana de Sorocaba: os secretários ou diretores da Cultura dos municípios estão, na sua maioria, hibernados.

As personas de Oscar Wilde em “O Retrato de Dorian Gray”

FREDERICO MORIARTY (Blog Pipocando La Pelota) - Raramente a obra de um artista confunde-se com a vida do mesmo. Escritores visionários transcendem sua insignificância, ou entram num conflito interno em que a arte nega a existência e vice-versa. Interpretar grandes obras nos é tortuoso, pois a primeira tentação é buscar nas experiências individuais as pistas para entendermos a questão estética.

Descubra a origem do milho e das festas juninas, tradição paulista e brasileira em que o versátil e festejado grão dourado vira o rei à mesa

MARCO MERGUIZZO (Blog Aquele Sabor Que Me Emociona) - Onipresente à mesa nesta época do ano, o milho reina absoluto nas festas juninas. Imediatamente ele é associado às tradições dos santos mais comilões e festeiros do catolicismo. Embora as comemorações deste ano não possam reproduzir a atmosfera de confraternização e alegria das quermesses por conta da quarentena, vale a pena sentir todos os sabores juninos feitos a partir desse grão ancestral de origem mexicana, que é uma preciosa contribuição alimentar e cultural do Novo Mundo às diferentes culinárias do planeta.

A arte de ser otimista

CARLOS ARAÚJO (Blog Outro Olhar) - A jornalista Carla Cristina Camargo, leitora muito especial que tem a generosidade e a paciência de acompanhar o que escrevo há 11 anos, pede uma crônica otimista e eu não posso deixar de atendê-la.

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