Ser escritor, o sonho de uma vida!

RUBENS NOGUEIRA (Antes que me esqueça) - Por que é tão mais fácil pensar? Tudo flui, como nos sonhos. Pôr no papel é que são elas. Tomar notas. Muitos anos depois a tarefa será factível. Cansaço físico. Lassidão. No fundo da cabeça o assunto. Quase pronto. Meu Deus, já se passaram quinze anos. Vai durar mil anos. Ou quarenta. Pensava: “não estarei aqui para ver”.

Lembra-se de Homero Homem?

RUBENS NOGUEIRA - Um menino de asas, um cabra das rocas, um nordestino arretado, um jornalista atuante, um escritor popular, um poeta maravilhoso, um ser generoso, um homem de esquerda, um pai afetuoso, um marido apaixonado, um homem brilhante – Homero Homem de Siqueira Cavalcanti. As reportagens semanais que ele assinava cobriam uma página inteira... Continuar Lendo →

O formidável James Joyce

RUBENS NOGUEIRA - Gustave Flaubert (1821-1880) deixou o seguinte pensamento: “O artista deve fazer com que a posteridade pense que ele não existiu.” Passados 120 anos da morte do grande romancista, autor do livro – entre outros – “Madame Bovary”, ninguém duvida que ele existiu. O que dizer então do herói deste dia 16 de... Continuar Lendo →

Memória – O Brasil na guerra

RUBENS NOGUEIRA - Aquela que durou quase seis anos e incendiou o mundo, incluindo Europa e Japão. Começou em setembro de 1939, quando Adolf Hitler invadiu a Polônia, e terminou em maio de 1945, com a bomba atômica sobre Nagazaki e Hiroshima. Nascido em 1928, dez anos após o término da Primeira Grande Guerra (1914/1918),... Continuar Lendo →

A teus pés

RUBENS NOGUEIRA - O título é de um livro de Ana Cristina Cesar, ou Ana C. O jornal “Cruzeiro do Sul”- (27-01-18) reproduziu um texto de Maurício Meireles da Folhapress (página B1 – Mais Cruzeiro). O autor analisa o ensaio literário do filósofo e crítico literário Eduardo Jardim: “Tudo em volta está deserto”. Interessei-me e... Continuar Lendo →

Ponte sobre o rio dos sonhos

RUBENS NOGUEIRA - Ah! Como é bom ler. Este burro velho, eterno aprendiz, tem a alma lavada diante do texto de Monica de Bolle (Revista Época, 12-11-18) (*). Ela cita Fernando Pessoa: “Da distância imprecisa, e, com sensíveis/ movimentos da esperança e da vontade,/ Buscar na linha fria do horizonte/ A árvore, a praia, a... Continuar Lendo →

No escurinho do cinema

RUBENS NOGUEIRA - Sorocaba teve, em priscas eras, salas de projeção de filmes, os chamados cinemas de rua, no centro da cidade e em pelo menos dois bairros: Vila Santana e no Além-Ponte. No bairro dos espanhóis, eram dois. Na Nogueira Padilha, era o cine Eldorado (cuja fachada ilustra este artigo), e numa transversal ali... Continuar Lendo →

Roberto Marinho, mecenas brasileiro

RUBENS NOGUEIRA - Há tempos eu não sentia o fenômeno mental que um filósofo moderno resumiu na frase: “Nós somos o que lembramos.” Aconteceu quando li que a casa em que morou por muitos anos o doutor Roberto Marinho foi transformada em Centro Cultural – muito apropriadamente batizada como “Morada da Arte”. A casa fica... Continuar Lendo →

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