Aos 55, Mafalda que ama a paz, os Beatles e a democracia – mas odeia sopas e armas -, continua uma adorável ativista

MARCO MERGUIZZO (do Blog Aquele Sabor Que Me Emociona) - Nas palavras de seu criador, o cartunista Quino,­ a quase sessentona Mafalda ama e sempre amará, nesta ordem, os Beatles, a­ demo­cracia, os direitos das crianças e a paz. Em contrapartida, odeia sopa (uma alusão ao autoritarismo e a obrigação de saboreá-la contra a sua vontade), armas, guerra e o agente secreto James Bond e consequentemente a Guerra Fria. Nem sempre bem-humorada mas impreterivelmente irônica e cheia de atitude, a mais conhecida perso­nagem do quadrinista decano argentino, completa agora, em 2019, 55 anos. E, diga-se, muito bem vividos, obrigado. Para ler todo o post, clique nesta famosa charge de Mafalda.

O hot chicken de Johnny ‘bad guy’ Cash, o Vietnã e a boa mesa de Nashville, a capital da country music

MARCO MERGUIZZO (do Blog Aquele Sabor Que Me Emociona - Indicado pelo jornalista e contista de quatro costados José Carlos Fineis, autor do imprescindível blog Conversa de Armazém, neste Coletivo, assisti dia desses ao documentário Nixon and the Man in Black, em exibição na Netflix, e me encantei com a trajetória contundente, errática e de posições polêmicas, porém, extremamente apaixonante, do cantor bad guy Johnny Cash - o protagonista da película considerado o maior compositor e intérprete country de todos os tempos. Para ler o artigo na íntegra, clique na irreverente foto, acima, de Cash.

Tema: Baskerville 2 por Anders Noren

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