Vovô Elvis

JOSÉ CARLOS FINEIS (Blog Conversa de Armazém) - (...) Daquela vez foi diferente. Depois daquela conversa, a monotonia das tardes e manhãs passou a ser interrompida pela voz daquele já alquebrado senhor, sempre engalanada por uma certa impostação que, embora tênue e, como se diz popularmente, “pequena”, fazia mesmo lembrar, ainda que vagamente, o jeito de cantar do rei do rock.

Onde estás agora, Cunhataí?

RUBENS NOGUEIRA (Blog Antes Que me Esqueça) - Já não me lembro da lenda completa que envolve as Cataratas do Iguaçu, mas aquela maravilha da natureza nasceu das lágrimas de uma jovem, sabe Deus há quanto tempo. Já a floresta, que vai até onde termina o Parque Nacional, existe porque Santos Dumont convenceu Getúlio a criar o Parque Nacional do Iguaçu.

O sobrinho do presidente

RUBENS NOGUEIRA (Blog Antes que me Esqueça) - Aquele pessoal de Sorocaba – amigos sim, mas descrentes do que seria a vida do aventuroso companheiro, colega da escola e das algazarras do dia a dia, em uma cidade que tinha, na época, uns 40 mil habitantes – tentava dissuadir o colega de uma decisão que tinha tudo para dar errado, e o fiasco iria ser ruim para ele. Difícil não dar razão a eles, mas eu estava determinado a morrer em água grande.

Sem retorno

JOSÉ CARLOS FINEIS (Blog Conversa de Armazém) - A campainha que ficara silenciosa durante quase três meses soou como um eco de tempos felizes no apartamento de quarto (que servia também de sala), cozinha e banheiro. Elisa sabia que era ele, o louco. Vinha, conforme suas palavras, apenas “olhar para ela e conversar sem tocar em nada”, a distância segura. Talvez tomar um café, desde que ela entendesse que isso não a poria em risco. Afinal, ele a amava e, se ela consentisse, queria passar um quarto de hora em sua companhia, para matar a saudade.

Uma receita de infelicidade (conto)

JOSÉ CARLOS FINEIS – "Ahá! Aí está o problema -- exultou o guru. -- Seu marido é triste porque você não ri das piadas dele. Se você não rir, outra certamente rirá, e ele irá com a outra. Um lar sem dinheiro, sem romantismo e sem risos é como um torrão de açúcar numa chuva de verão: logo se desfaz."

A felicidade possível passou por aqui (conto). Parte 1

JOSÉ CARLOS FINEIS - “Quanto tempo é preciso conviver com uma pessoa para decifrá-la apenas com o olhar?” – ela se perguntava, sentada à mesa da cafeteria, a face apoiada em uma das mãos, enquanto Bebeto guardava o iPhone na mochila e a colocava numa cadeira. Havia poucos instantes que ele chegara, caminhando apressado pelo... Continuar Lendo →

O amor acabou. Devo me separar? (conto) – Parte 2 (final)

JOSÉ CARLOS FINEIS - Priscilla terminou de responder ao questionário numa tarde de céu limpo e pássaros no jardim, cuja beleza ela admirava da varanda mas não conseguia sentir. Para ler a primeira parte deste conto, clique aqui. Quando começou o teste, ela achava que estava preparada para confrontar-se com seus sentimentos e emoções, mas... Continuar Lendo →

O amor acabou. Devo me separar? (final)

JOSÉ CARLOS FINEIS - Priscilla terminou de responder ao questionário numa tarde de céu limpo e pássaros no jardim, cuja beleza ela admirava da varanda mas não conseguia sentir. Quando começou o teste, ela achava que estava preparada para confrontar-se com seus sentimentos e emoções, mas não estava. Dia após dia, noite após noite, foi... Continuar Lendo →

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