Arte pela Arte

RUBENS NOGUEIRA (Blog Antes Que me Esqueça) - Em 1927 o cinema ganhou voz. Até então, os filmes eram mudos, isto é, sem voz humana, como se pode ver nas pequenas e geniais produções de Charlie Chaplin. Esse pequeno homem foi, junto com sua primeira esposa, pioneiro na produção de pequenas joias em preto e branco – filmes de uma parte, como se dizia.

Agosto é época de quem é louco por morango, tema de um clássico de Ingmar Bergman. A colheita dessa tentação irresistível começa agora. Nham!

MARCO MERGUIZZO (Blog Aquele Sabor Que Me Emociona) - Mês de cachorro louco? Maluco é quem pensa que "Agosto é mês de desgosto" e de mau agouro, como reza a crença popular. O oitavo mês do calendário, que começa neste sábado (1/8), traz à mesa essas delícias vermelhinhas - uma unanimidade que faz sucesso tanto agora nesta época - ponto alto de sua produção -, quanto o ano todo. Hora, portanto, de devorá-los em suas múltiplas receitas e formas.

Reprodução, arte e transformação

MARCELLO FONTES (Blog Em toda e em nenhuma parte) - A um clique, tudo se apresenta e pode ser fruído. Reproduz-se quase tudo de modos múltiplos e cada vez mais ágeis. Copiamos, modificamos e a partir daí produzimos novos conteúdos com os mais diversos formatos. Quais as consequências disso para a arte? O que acontece com ela quando é reproduzível de modo quase infinito?Para Walter Benjamin, este processo causa na obra de arte a perda de sua "aura", que consistiria naquele "aqui e agora" próprios daquilo que seria a obra de arte original, e que daria valor cultural, autenticidade e unicidade a ela. Com a possibilidade da reprodução, todo o conceito estético clássico de beleza e as categorias daí deduzidas sofrem mudanças profundas e definitivas. A própria noção de autenticidade passa a não ter mais sentido diante da reprodutibilidade.

Goodbye, fellows

RUBENS NOGUEIRA (Blog Antes que me Esqueça) - Entre celebrações e lamento, o império britânico deixou de existir. A famosa bandeira continuará a ser iluminada onde existir a luz do Sol, mas a União Européia perdeu 60 milhões de habitantes. Se pudesse ter escolhido eu teria nascido em alguma aldeia da Ilha, mas de modo especial estou ligado à velha Albion.

Nostalgia, memórias e outras sanroquices de um canguerense da gema

ROBERTO GODINHO (Blogueiro Convidado) - Sempre gostei de observar um cabo de enxada com um bom tempo de uso. Nasci e cresci no meio de lavradores. O cabo tem brilho, parece vitrificado, que foi sendo produzido pelo contato das mãos calejadas do lavrador e pelo suor do trabalho pesado. Um cabo de enxada de longo uso tem a dignidade e a beleza de um discreto troféu...

Os clássicos da boa mesa de Rimini, a cidade natal que inspirou o paladar, a magia e o lirismo do cinema autobiográfico de Federico Fellini

MARCO MERGUIZZO (Blog Aquele Sabor Que Me Emociona) - Luz, câmera... tentação! Um dos maiores diretores de cinema de todos os tempos, o italiano Federico Fellini (clicado à mesa com a atriz Claudia Cardinale, no set do filme Otto e Mezzo, de 1962), caso estivesse vivo completaria nesta segunda-feira, 20/1, um século de vida. Embora tenha morado e vivido na Cidade Eterna praticamente toda a vida, retornava volta e meia ao interior da Emiglia-Rogmagna, de onde é oriundo, para matar saudades de delícias gastronômicas como a piadina romagnola, a sopa inglesa e os famosos parmesão e prosciutto di Parma. Clique na foto e desfrute.

Chove em Nova York

LÚCIA HELENA DE CAMARGO - O novo filme dirigido por Woody Allen a estrear por aqui, “Um dia de chuva em Nova York” (A Rainy Day in New York, 2018), é tão bom como os melhores trabalhos do diretor. Sem se deixar combalir por boicotes e campanhas que tentam derrubar sua reputação, Allen entrega uma... Continuar Lendo →

Seja feliz, nosso filho.

PAULO BETTI (Blog do Paulo Cabra) - Decidi que iria apresentar todas exibições do filme ao público. E assim foram 55 sessões. No Rio, Belém, Santos, Sorocaba, Brasília, São Paulo, e, ainda a fazer, Teresina (o cinema mais lindo, 60 caixas de som), Floriano e Picos. Em todas elas, pedi carinho e compreensão pro nosso trabalho. Como se o tivesse ido buscar na maternidade e agora o fosse mostrar no lugar onde foi gestado. Um lançamento no varejo afetivo. Um orgânico num momento tóxico.

Mostra de cinema: a cultura resiste

LÚCIA HELENA DE CAMARGO - Vai começar a 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. O blog Todas as Telas esteve na coletiva de imprensa de lançamento do evento, no último sábado, e já estamos selecionando os filmes mais interessantes para assistir e comentar aqui neste espaço.   O festival começa no dia 17... Continuar Lendo →

Turma da Mônica – Laços: divertido até para gente grande

LÚCIA HELENA DE CAMARGO - Todo mundo conhece a Turma da Mônica. Quase tão impossível quando o lapso coca-cólico (como se chama mesmo aquele refrigerante escuro, cuja garrafa tem rótulo vermelho?) é um brasileiro não conhecer Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali. As criações de Mauricio de Sousa participam das infâncias. Hoje muito além dos gibis,... Continuar Lendo →

O apocalipse está próximo!

LÚCIA HELENA DE CAMARGO – Bem vindo ao final dos tempos! Para assistir a esta série, é preciso ter se preparado para esse evento. Mas vamos ao começo. O anjo Aziraphale e o demônio Crowley convivem na Terra e se encontram ao longo dos séculos, participando de acontecimentos da história da humanidade. O objetivo é... Continuar Lendo →

A deliciosa “Dix pour cent”

LÚCIA HELENA DE CAMARGO - A série “Dix pour cent” nada tem de épico ou trágico. Então, se você é fã de “Guerra dos Tronos”, não vai gostar dela. Caso você aprecie uma afiada comédia de costumes, então essa é a pedida. A agência Ask, abreviação de “Agence Samuel Kerr” (o nome do dono) atende... Continuar Lendo →

Paixão pelas palavras

LÚCIA HELENA DE CAMARGO - Poucos sortudos no mundo conseguem trabalhar apenas em tarefas que lhes trazem prazer. Essa não é uma particularidade dos tempos atuais. Eliminando da equação aqueles que têm o objetivo claro de ganhar cada vez mais dinheiro e seguem construindo uma carreira para bater as próprias metas nesse sentido, a maioria... Continuar Lendo →

Jazz e vinho: um dueto super afinado que dá samba no sax e piano e na taça

MARCO MERGUIZZO - Confesso. Tenho algumas grandes paixões na vida que fazem meu coração bater mais forte: a literatura, o cinema, o jazz e o vinho - não necessariamente nessa ordem. Cada uma delas é capaz de tocar fundo a minha alma, aflorar minha sensibilidade, tirando-me, mesmo que por alguns poucos instantes, das batalhas cotidianas... Continuar Lendo →

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